segunda-feira, 20 de junho de 2011

HÁ ESPERANÇA?


Digo sim,
Digo o que sinto
O que pressinto.
Mesmo assim,
Não vejo o dito
Mudado
Renovado
Alterado.
Tudo continua igual
Mesmo que sazonal.
E o tempo velado,
Pra que fosse assimilado,
Se perdeu...
Nada de promessas
Quiçá cobranças
Aconteceu.
Essa espera angustiante
Traz uma luta
Quase que dominante.
E o repouso noturno
Se torna inoportuno,
Se o meu grito
No silêncio, permaneceu.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

E SURGE O AMOR...


Teu sorriso
Ilumina a minha face.
Tua voz
Vibra o meu coração.
Entre um êxtase e outro
Nossos lábios se tocam,
Ao som de uma canção.
Momentos eternos
Que ficam,
Que petrificam.
A essência do amor
Desabrocha no calor
Desses corações enamorados.
Tantos caminhos a trilhar
Tantos desejos aguçados
Um amor assim,
Não pode ser desperdiçado.